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Origens da Dança do Ventre Contemporânea (Raqs Sharqi)

(Por: Hanna Aisha)

Para entender como a Dança do Ventre como conhecemos surgiu, muita coisa aparece, mas como registro mesmo, me parece que essas duas bailarinas estão envolvidas na criação do Raqs Sharki. Essas informações foram extraídas e modificadas do site da Bianca Gama, mas fazendo uma pesquisa rápida eu vi que esse texto foi traduzido de vários sites.

Muitas bailarinas fizeram a história da dança oriental. Algumas já faleceram, outras pararam de dançar e outras ainda dançam até os dias de hoje. Conheceremos um pouquinho das bailarinas mais importantes, mas afirmo que tantas outras menos conhecidas também contribuíram para o crescimento da dança oriental. As bailarinas eram donas da maior parte dos teatros da capital egípcia e responsáveis pelas apresentações.

Conheçamos algumas delas:


Shafiqah La Copta

Shafiqah al-Qutubiah (ou el Koptiyva), nasceu em 1851, no subúrbio de Shobra, no Cairo. Sua família era respeitável, conservadora e modesta e ficou escandalizada quando ela começou a pensar em dançar. Aos 19 anos de idade, foi descoberta por Shooq e fugia para aprender a dançar, enquanto sua família pensava que ela estava na igreja. Era estudante da primeira dança oriental egípcia de Shooq. Seus pais morreram quando ela ainda era jovem. Depois que se casou, ela viveu sob circunstâncias pobres e tentando melhorar dançando nos clubes. Com a morte de Shooq, Shafiqa se tornou desde a maior bailarina até a mais rica e famosa do Egito.

Sua primeira performance foi em festivais de folclore. Os fans de Shafiqa costumavam jogar moedas egípcias de ouro sob seus pés. Dançou e encantou com sapatos de ouro e brilhantes. Foi uma grande artista em todos os aspectos e possuía uma graça admirada por todos os espectadores. Ganhava muito dinheiro e foi extremamente generosa, teve um importante papel durante a revolução de 1919, ajudando de diversas maneiras os revolucionários egípcios que resistiam a dominação inglesa.

Shafiqa Al-Qibtiyya já era uma lenda na era de 1920. Era extremamente bela e inteligente e ganhou fama por dançar na boite "El Dorado". Shafie'a Qebtiyya ficou conhecida pelas suas inovações, como dançar com candelabros na sua cabeça ou equilibrar uma bandeja de bebidas no seu corpo.

Entre seus admiradores havia muitos ministros e outras pessoas influentes.

Este período marcou o começo da era de bailarinas famosas no Egito. Bailarinas de sucesso como Shafiqa Al-Qibtiyya começaram a abrir seu próprio salah (clubes). Shafiqa era proprietária do "Alf Leya" ou "1001 Noites" clube.



Bauce kabir,
Hanna Aisha

Blog: http://hannaaisha.blogspot.com

Twitter: @hannaaisha



Shafika el Kipteyya tornou-se extremamente rica e dançou com sapatos de ouro, mas seu sucesso não só trouxe seu dinheiro, como ela gastava muito, tornou-se viciada em cocaína e morreu desamparada em 1926.O traje de dança de Shafiqa não era como o das bailarinas mais famosas que 30 anos mais tarde aparecem em cena.

Shafiqa viveu uma vida intensa e cheia de êxitos artísticos. Sua vida foi levada ao cinema. O filme "Chafika el Kebteya" ou "Shafika the Copt" de 1963 dirigido por Hassan El Imam, relata a história desta lendária bailarina. O filme conta com Hind Rostom, Hassan Youssef e Zizi El Badrawi.


Badia Masabni

Nascida em 1893, Badia é considerada a avó da dança oriental, nasceu no Líbano e estabeleceu-se no Egito. Abriu o primeiro lugar de música egípcia tornando-se proprietária do "Cassino Ópera", em 1926. Este era o nome oficial do cassino, mas também era conhecido como "Cassino da Badía" ou "Cabaré da Madame Badía". O cassino incluía comediantes, cantores e bailarinas. Ela apresentava suas danças e lá estiveram atuando grandes estrelas, entre elas Taheya Carioca, Nayma Akef e Samia Gamal. Trabalhava com uma equipe completa composta de músicos, tais como Farid El Atrashe e Mohamed Abdul Wahab. Este cassino foi freqüentado por intelectuais egípcios e pela aristocracia nacional e estrangeira da época.

Badía mudou o cenário da dança egípcia, criando um novo estilo de dança, usando coreógrafos ocidentais e sendo chamada agora de Raqs El Sharqi. Ela também introduziu um coral de 30 bailarinas. Adorava fazer relações públicas. Certa noite, Badía vendeu o cassino, obteve um passaporte falso e foi para sua terra natal, Líbano.

Devia impostos ao governo egípcio. Morreu em Beirute em 1975 e o Egito todo a recorda com carinho. Com Badía formou-se toda a geração de bailarinas egípcias, como Sâmia Gamal e Tahia Carioca. Ambas treinadas por Badía, se tornariam as mais extraordinárias e famosas bailarinas da metade do século XX.










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